Violência obstétrica, gênero e doulagem à luz da humanização do parto.

dc.contributor.advisorRosa, Roberta Pereira Furtado da
dc.contributor.authorEiko, Madonna Suelen Melo
dc.date.accessioned2024-06-06T13:39:31Z
dc.date.available2024-06-06T13:39:31Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractEste estudo foi realizado através da manifestação do coração, gestado pelos caminhos que segui. Por incrível que pareça, foi um parto humanizado em pleno caos pandêmico de 2021. Neste manifesto reúnem-se momentos de lutas, trocas que tive com pessoas que gestaram, amigues, Doulas e mestras. Observando o cenário da atenção ao parto, percebemos diversos tipos de violência embutidas de forma sutil as corpas gestantes, que compreendem toda intervenção passada por profissionais da saúde é uma ajuda benéfica. A total entrega sem acesso a todas as informações necessárias pode levar ao desconhecimento e a usurpação do próprio processo de parir, seu protagonismo. A humanização do parto descrita neste trabalho contrapõe às “sutilezas” e “ajudas” naturalizadas, advindas de ações violentas historicamente construídas, tornando-se linhas de montagem da ciência moderna pautada no patriarcado. Parturiente que busca um rumo diferente do modelo tecnocrático, precisa „nadar contra a maré‟ e acionar uma rede de apoio capaz de fazer valer sua autonomia. Perante a isso as perguntas que permeiam essa discussão são: Como as informações e as abordagens estão sendo transmitidas para parturientes nas redes pública e privada para que as escolhas sejam possíveis? Como a experiência da humanização do parto pode ser vivida em meio a epidemia que objetifica pessoas? O estudo tem como objetivo geral contribuir para a compreensão dos processos de violência obstétrica, tendo por referência às questões de gênero, patriarcado e Doulagem à luz dos preceitos das políticas públicas de humanização do parto e como objetivo específico refletir o cenário do parto com o foco na violência obstétrica (VO) a partir da experiência registrada em diários de campo da doulagem na cidade do Rio de Janeiro. É uma ocupação que atende gestantes através do cuidado contínuo no parto com suportes: informacional, emocional e físico durante a gestação, parto e puerpério. E, por fim, a doulagem e a humanização do parto surgem para zelar pelo bem-estar e respeito à autonomia da pessoa gestante, como também em resposta à violência obstétrica e suas iatrogenias presentespt_BR
dc.identifier.citationEIKO, Madonna Suelen Melo. Violência obstétrica, gênero e doulagem à luz da humanização do parto. 50 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Terapia Ocupacional), Instituto Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.12083/855
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherIFRJ - CAMPUS REALENGOpt_BR
dc.subjectViolência Obstétrica (VO); Gênero; Humanização do parto; SUS; Doulagem.pt_BR
dc.titleViolência obstétrica, gênero e doulagem à luz da humanização do parto.pt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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