Impactos da depressão em pessoas idosas pós-AVC: uma revisão narrativa da literatura
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O envelhecimento populacional e o alto índice de incapacidade gerado pelo acidente vascular cerebral (AVC), combinados com o quadro depressivo que pode surgir após o acidente, exigem atenção dos profissionais de Terapia Ocupacional quanto aos impactos na rotina de pessoas idosas pós-AVC. Teve como objetivo investigar os registros acerca do quadro depressivo em pessoas idosas pós-AVC pela perspectiva da Terapia Ocupacional. O quadro depressivo não só prejudica a participação dos indivíduos nas suas atividades diárias, mas também aumenta os custos financeiros. A terapia cognitivo-comportamental é a intervenção mais utilizada com pacientes pós-AVC que apresentam sintomas depressivos. Destaca-se a importância de diferenciar fadiga, apatia e depressão e a falta de terapeutas ocupacionais no acompanhamento a longo prazo. Descobriu-se que o quadro depressivo está associado a maior dependência nas atividades diárias e que alterações de humor podem prejudicar o retorno à vida cotidiana. O quadro depressivo prejudica a participação dos indivíduos em suas vidas, aumenta os custos financeiros e pode desencadear sintomas depressivos em seus cuidadores.
