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<title>Ciências da Saúde</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.12083/507</link>
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<pubDate>Fri, 15 May 2026 16:30:12 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-15T16:30:12Z</dc:date>
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<title>Ações educativas na promoção do uso racional de medicamentos no ensino de jovens e adultos</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.12083/1467</link>
<description>Ações educativas na promoção do uso racional de medicamentos no ensino de jovens e adultos
Melo, Talita Santos de
Este trabalho tem por objetivo analisar a importância de ações educativas no uso racional de&#13;
medicamentos no enfrentamento da automedicação em escolas na Educação de Jovens e&#13;
Adultos. O uso inadequado de medicamentos juntamente a automedicação tem sido um&#13;
problema de saúde pública no Brasil, sendo um dos fatores a influência das industriais&#13;
farmacêuticas. Alguns programas de educação em saúde vêm sendo utilizados como forma de&#13;
ações voltadas para a promoção em saúde para o uso racional de medicamentos conforme a&#13;
OMS define, abrangendo o assunto de automedicação e seus riscos, com o foco em ações&#13;
educativas nas escolas envolvendo profissionais da educação e da saúde. Foi realizada uma&#13;
revisão bibliográfica utilizando artigos do mecanismo virtual com base de dados SCIELO&#13;
(Scientific Electronic Library online), BVS e Lilacs publicados nos últimos 17 anos. Os&#13;
resultados evidenciam que ações educativas, como rodas de conversa, oficinas e atividades&#13;
práticas, são eficazes para conscientizar os alunos da EJA sobre os riscos da automedicação e&#13;
a importância do uso correto de medicamentos. A participação de profissionais da saúde, como&#13;
farmacêuticos, e a integração entre educação e saúde são estratégias fundamentais para&#13;
promover práticas mais seguras e responsáveis. É notório que a educação em saúde é uma&#13;
ferramenta essencial para reduzir os impactos negativos do uso inadequado de medicamentos&#13;
e promover o autocuidado.
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/20.500.12083/1467</guid>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Anticorpo Monoclonal: Uma nova perspectiva para o tratamento da epilepsia</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.12083/1466</link>
<description>Anticorpo Monoclonal: Uma nova perspectiva para o tratamento da epilepsia
Neves, Talita Rezende Lopes da Silva
O uso de anticorpos monoclonais vem sendo estudado para o tratamento de diversas&#13;
doenças neurológicas, incluindo a epilepsia, com efeitos colaterais mínimos e&#13;
resultados positivos no controle de crises convulsivas. A epilepsia é caracterizada por&#13;
crises epilépticas recorrentes devido a hiperatividade neuronal, afetando globalmente&#13;
cerca de 50 milhões de pessoas. As crises podem ser focais ou generalizadas, com&#13;
etiologias diversas, incluindo causas estruturais, genéticas, imunológicas,&#13;
infecciosas, metabólicas e desconhecidas. O tratamento farmacológico é baseado na&#13;
utilização de fármacos antiepilépticos que agem sobre a modulação de&#13;
neurotransmissores específicos como o neurotransmissor GABA e glutamato, cujo&#13;
mecanismo de ação são semelhantes. Apesar da terapia medicamentosa uma&#13;
parcela de pacientes apresenta resistência aos medicamentos, mesmo que tenham&#13;
a etiologia bem definida, impactando negativamente na saúde e no bem-estar.&#13;
Estudos recentes descrevem o papel de processos inflamatórios neuronais&#13;
envolvidos na epilepsia com a ação de citocinas pro-inflamatórias e o dano a&#13;
integridade da barreira hematoencefálica presentes na indução de crises convulsivas.&#13;
O mecanismo de ação dos fármacos atuais não tem relação direta no controle desses&#13;
processos inflamatórios, levando à busca por novas alternativas terapêuticas. O&#13;
anticorpo monoclonal anti-HMGB1 (mAb) é descrito com um potencial terapêutico,&#13;
reduzindo crises através da ação direta sobre HMGB1 que desempenha um papel&#13;
pró-inflamatório semelhante a citocina. Anticorpos monoclonais são classificados&#13;
como imuno proteínas capazes de se ligar especificamente e demonstram ser&#13;
eficazes na redução da indução pro-inflamatória, trazendo a possibilidade de&#13;
discussão sobre possíveis direcionamentos da terapia. Desse modo, a compreensão&#13;
sobre a ação, especificidade e a tecnologia de produção de anticorpos monoclonais&#13;
possibilita a oportunidade de tratamentos mais bem sucedidos.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/20.500.12083/1466</guid>
<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Disfunção Neuroendócrina na Síndrome do Ovário Policístico: Impacto na Susceptibilidade de Doenças Neurodegenerativas</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.12083/1465</link>
<description>Disfunção Neuroendócrina na Síndrome do Ovário Policístico: Impacto na Susceptibilidade de Doenças Neurodegenerativas
Bezerra, Stefany Alexandre
Nas últimas décadas, observou-se um aumento significativo na expectativa de vida.&#13;
Estima-se que, na América Latina, entre 1980 e 2025, a população total deverá&#13;
crescer 271%, enquanto a população com mais de 60 anos apresentará um&#13;
aumento de 412%. Embora esses números indiquem um progresso em termos de&#13;
longevidade, o aumento do número de anos vividos não está necessariamente&#13;
associado a uma melhora na qualidade de vida. Entre as doenças prevalentes&#13;
nesse grupo etário, destaca-se a doença de Alzheimer (DA).Estudos recentes&#13;
demonstram que algumas doenças também comuns a essa faixa etária, como a&#13;
diabetes mellitus tipo 2 e a obesidade possuem mecanismos patogênicos em&#13;
comum com a DA, que representa um dos distúrbios neurodegenerativos&#13;
relacionados à idade mais comuns. A resistência à insulina e inflamação crônica&#13;
associadas a estas doenças têm sido apontadas como importantes mediadores de&#13;
deterioração sináptica e perda de memória na DA. Outra condição que também é&#13;
caracterizada por alterações metabólicas e neuroendócrinas significativas é a&#13;
síndrome do ovário policístico (SOP), que afeta 6-8% das mulheres em idade&#13;
reprodutiva. A SOP, que está associada à obesidade, resistência à insulina,&#13;
síndrome metabólica e diabetes mellitus do tipo 2, é importante na ocorrência da&#13;
resistência à insulina no tecido cerebral, uma vez que foi demonstrada redução no&#13;
metabolismo de glicose no córtex e hipocampo de maneira semelhante à observada&#13;
na DA. Além disso, alterações cognitivas têm sido descritas em mulheres com SOP,&#13;
reforçando a hipótese de que as alterações neuroendócrinas observadas na doença&#13;
poderiam contribuir para o desenvolvimento da DA. O presente trabalho avaliou,&#13;
através do uso de modelo experimental murino pré estabelecido, a possibilidade da&#13;
SOP e as disfunções neuroendócrinas associadas e sua relação a um maior risco&#13;
de desenvolvimento de doenças neurodegenerativas.O presente trabalho&#13;
padronizou um modelo experimental para indução da SOP em camundongos e&#13;
evidenciou a reversão do prejuízo cognitivo após 75 dias e demonstrou que o&#13;
protocolo é viável para estudos futuros sobre os efeitos da SOP no sistema nervoso&#13;
central e sua possível relação com doenças neurodegenerativas como o Alzheimer.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/20.500.12083/1465</guid>
<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Padronização da indução de senescência celular por peróxido de hidrogênio em fibroblastos murinos da linhagem l929</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.12083/1464</link>
<description>Padronização da indução de senescência celular por peróxido de hidrogênio em fibroblastos murinos da linhagem l929
Santos, Soraya de Oliveira da Silva
A senescência celular é um fenômeno natural associado ao envelhecimento,&#13;
podendo ser induzida pelo encurtamento dos telômeros (senescência replicativa),&#13;
após múltiplas divisões celulares ou por diferentes formas de estresse (senescência&#13;
prematura), como a exposição a espécies reativas de oxigênio (ERO), radiação&#13;
ultravioleta (UV), quimioterapia, entre outros. O estado senescente é caracterizado&#13;
pela parada do ciclo celular, expansão do tamanho celular e aumento da atividade&#13;
da enzima β-galactosidase, além de uma elevada secreção de quimiocinas e&#13;
citocinas pró-inflamatórias como a interleucina (IL)-6, o ligante de quimiocina 2&#13;
(CCL2, do inglês, chemokine (C-C motif) ligand 2 ) e o fator de crescimento&#13;
endotelial vascular (VEGF, do inglês vascular endothelial growth factor). O acúmulo&#13;
de células senescentes nos tecidos contribui para o estabelecimento de uma&#13;
inflamação crônica “estéril” (inflammaging), associada ao envelhecimento, que&#13;
manifesta-se devido à secreção ininterrupta de mediadores pró-inflamatórios,&#13;
metaloproteinases e outras moléculas sinalizadoras que, coletivamente, são&#13;
denominadas fenótipo secretor associado à senescência (SASP, do inglês&#13;
Senescence-associated secretory phenotype) e induzem senescência em células&#13;
vizinhas. A manutenção deste estado inflamatório de forma prolongada pode&#13;
contribuir para o desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas como a artrite&#13;
reumatóide, a doença de Alzheimer e o câncer. O melhor entendimento de&#13;
mecanismos envolvidos no processo de senescência celular é de fundamental&#13;
importância para o desenvolvimento de estratégias terapêuticas que possam mitigar&#13;
ou eliminar o estabelecimento destas doenças. Dessa forma, o objetivo desse&#13;
estudo foi padronizar e estabelecer uma técnica para a determinação de&#13;
senescência celular prematura induzida por peróxido de hidrogênio em células de&#13;
linhagem de fibroblastos murinos.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/20.500.12083/1464</guid>
<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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