<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Teses e Dissertações não defendidas no IFRJ</title>
<link href="https://hdl.handle.net/20.500.12083/586" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://hdl.handle.net/20.500.12083/586</id>
<updated>2026-05-15T17:26:52Z</updated>
<dc:date>2026-05-15T17:26:52Z</dc:date>
<entry>
<title>Impactos da construção do Centro Hospitalar na geração de resíduos do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas no período de janeiro/2021 a junho/2022</title>
<link href="https://hdl.handle.net/20.500.12083/1111" rel="alternate"/>
<author>
<name>Portugal, Taillany Rodrigues</name>
</author>
<id>https://hdl.handle.net/20.500.12083/1111</id>
<updated>2024-09-19T18:32:21Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Impactos da construção do Centro Hospitalar na geração de resíduos do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas no período de janeiro/2021 a junho/2022
Portugal, Taillany Rodrigues
Em 11 de março de 2020, a OMS declarou uma pandemia devido à rápida disseminação do vírus SARS-CoV-2, conhecido como covid-19. Esta doença tem causado sérias complicações para a população quanto para o meio ambiente. Diante do aumento das internações de pacientes infectados gerou-se uma enorme quantidade de resíduos diária nos hospitais. Nesse contexto, o presente trabalho analisou os impactos da construção do Centro Hospitalar na geração de resíduos do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas no período de janeiro/2021 a junho/2022, no qual proporcionou a abertura de 195 leitos para internação com tratamento intensivo e semi-intensivo de pacientes no Rio de Janeiro. Os dados disponibilizados pela FIOCRUZ foram analisados e constatou-se que os resíduos produzidos pelo INI com o acréscimo dos resíduos gerados pelo CH, neste período aumentaram em 591,7% para os resíduos infectantes que custou R$ 570.958,70 e para os resíduos comuns aumentaram em 900,1% custando R$ 143.106,21. Já para a FIOCRUZ como um todo, entre 2020 e 2021, houve um aumento de 270,7% na quantidade de resíduos infectantes gerados, sendo esta a quantidade de 543.660 kg das quais 355.200 kg são referentes ao CH, representado 65,3% custando R$ 483.455,04 para disposição final ambientalmente adequada.
</summary>
<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
